sexta-feira, 3 de abril de 2015

EM PRECE

 

Senhor, Jesus.

 

Com a nossa jubilosa gratidão pela assistência de todos os minutos - humildes servos daqueles servidores que te sabem realmente servir -, aqui te ofertamos o nosso louvor singelo, a que se aliam as nossas súplicas incessantes.

 

No campo de atividade em que nos situas, por acréscimo de confiança e misericórdia, faze-nos sentir que todos os patrimônios da vida te pertencem, a fim de que a ilusão não nos ensombre o roteiro.

 

Mostra-nos, senhor, que nada possuímos além das nossas necessidades de regeneração, para que aprendamos a cooperar contigo, em nosso próprio favor.

 

E, na ação a que nos convocas, ilumina-nos o passo para que não estejamos distraídos.

 

Que a nossa humildade não seja orgulho.

 

Que o nosso amor não seja egoísmo.

 

Que a nossa fé não seja discórdia.

 

Que a nossa justiça não seja violência.

 

Que a nossa coragem não seja temeridade.

 

Que a nossa segurança não seja preguiça.

 

Que a nossa simplicidade não seja aparência.

 

Que a nossa caridade não seja interesse.

 

Que a nossa paz não seja frio enregelante.

 

Que a nossa verdade não seja fogo destruidor.

 

Em torno de nós, Mestre, alonga-se, infinito, o campo do bem, a tua gloriosa vinha de luz, em que te consagras com os homens, pelos homens e para os homens à construção do reino de Deus.

 

Dá-nos o privilégio de lutar e sofrer em tua causa e ensina-nos a conquistar, pelo suor da cada dia, o dom da fidelidade, com o qual estejamos em comunhão contigo em todos os momentos de nossa vida.

 

Assim seja.

 

 

(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Vozes do grande Além)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

NOS DOMÍNIOS DA AÇÃO


“Mas nada quis fazer sem o teu parecer, para que o teu benefício
não fosse por obrigação, e sim de livre vontade”.
– Paulo. (FILÉMON, 1:14)


Orgulha-se o homem de teres e haveres e costuma declarar, às vezes com excelentes razões, que os ajuntou à custa de esforço enorme... Entretanto, o Senhor é quem lhe emprestou os meios para adquiri-los, esperando que ele os administre sensatamente.
Envaidece-se da cultura intelectual e, frequentemente, assevera, em algumas circunstâncias com seguras justificativas, que deve os tesouros do pensamento aos sacrifícios que despendeu para estudar... Todavia, o Senhor é quem lhe confiou os valores da inteligência para que ele os abrilhante na construção da felicidade comum a todos.
Ensoberbece-se do poder de que dispõe, afirmando, em determinados casos não sem motivo, que efetuou semelhante aquisição a preço de trabalho e sofrimento... No entanto, é o Senhor quem lhe propiciou os recursos para a conquista da autoridade, na expectativa de que ele a exerça dignamente.
Ufana-se com respeito à saúde que usufrui e proclama, em certas ocasiões com base respeitável que mantém a euforia orgânica a expensas de rigorosa disciplina pessoal... Contudo, o Senhor é quem lhe faculta os elementos essenciais de sustentação do próprio equilíbrio, a fim de que ele empregue o corpo no levantamento do bem geral.
Rejubila-te, pois, com as possibilidades de auxiliar, instruir, determinar e agir, mas, consoante o ensinamento do Apóstolo, não olvides que a bondade do Senhor vige nos alicerces de tudo o que tens e reténs, a fim de que te consagres ao serviço dos semelhantes, na edificação do Mundo Melhor, não como quem assim procede, através de constrangimento, mas de livre vontade.

(Francisco Candido Xavier por Emmanuel. In: Palavras de vida eterna

A criança e a flor


Crianças e flores... No mundo as flores são o encanto e a beleza da vida; na vida as crianças são o encanto e a beleza do mundo.

A flor é a beleza da terra. É a flor que renova a primavera de todas as vidas. Sem crianças e sem flores a terra não tem vida.

A criança é a flor da vida, e a seiva, a vida da flor.

A criança parece-se com e flor, e a flor assemelha-se à criança.

A singeleza da flor simboliza a simplicidade da criança.

Cada flor que se abre renova a primavera da terra; cada criança que nasce é uma promessa de vida melhor.

A flor é pura; a criança é inocente.

A flor é bela; a criança é formosa.

A flor atrai; a criança conquista.

A flor oferece o perfume da terra; a criança exala o aroma do céu é o perfume da humanidade.

As flores são os beijos que o homem recebe da terra; as crianças são os beijos que a terra recebe de Deus.

Há crianças que nascem e crescem sem amor.

Há flores que crescem e desabrocham num jardim que ninguém cultivou.

Objetivo da Evangelização Infantil

O objetivo da Evangelização Infantil é cultivar no Espírito da criança, desde o alvorecer da vida, o entendimento da prática das boas obras e o desenvolvimento das virtudes e do conhecimento espiritual.
Ela é capaz de ajudar a criança em sua formação, proporcionando-lhe equilíbrio e transformando-a em indivíduo mais consciente. Colabora, assim, com a preparação de cidadãos que desejam a transformação do clima social e espiritual do planeta, pois somente pela formação moral cristã, iniciada na infância, o ser descobrirá e construirá um mundo cada dia melhor.
É um programa organizado para proporcionar condições para a vivência da moral cristã à infância e orientação espiritual aos pais ou responsáveis, para que se promova a harmonização da família.
As reuniões tem duração de 60 minutos e são organizadas por ciclos por idades, conforme o desenvolvimento cognitivo:
Ciclo Maternal de 0 a 3 anos
Ciclo Jardim de 4 a 6 anos
Ciclo Primário de 7 a 9 anos
Ciclo Intermediário de 10 a 11 anos
ESCOLA DE PAIS
A Escola de Pais faz parte integrante do programa da Evangelização Infantil, complementando-o.
A reunião é semanal, concomitante às aulas dos pequenos.
Dentre os vários objetivos importantes da Escola de Pais, destacamos os seguintes:
Conscientizar os pais do seu papel de educador;
Levar informações sobre questões psicológicas, educacionais, pedagógicas e científicas sobre o desenvolvimento e a formação da criança e do adolescente;
– Propiciar aos pais a revisão de seus próprios conceitos e atitudes;
– Planejar a educação dos filhos de forma consciente;
– Educar-se para educar, tendo como base os ensinamentos de Jesus.
– Integrar pais e evangelizadores;